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Alvorada


(crise existencial na época... ah... ontem hoje e sempre! nunca contrarie um louco...comente!)

ALVORADA



(Daniel FV - 21/02/2007)


Me pego as quatro horas da manhã,
E o relógio que não para de correr...
Já estou no amanhã e não sei o que fazer!
Contemplo no meu quarto a imensidão...
Perdido em marasmos, me lembro de uma canção...
era sobre luz... segredos do mal e do bem...
Acendo a luz, quando nada me convêm
Nada me seduz, eu paro e penso bem
Paro pra pensar, penso em parar
Mas já são cinco horas, e essa morbidez no ar...
Velhos recortes em minhas gavetas

Meu comodismo fatal nunca me abandona
Reciclo tudo quando de veneta
Mas guardo de novo, isso nunca funciona...
Mais um gole no meu vinho...
Mais uma noite pensando sozinho...
até que horas isso vai continuar? não sei...
Talvez quando encontrar o amor que sempre procurei?
é um grande receio...pois o amor é uma gaiola de ouro...
Meu olhar então se volta pra um livro com capa de couro...
É um velho livro que me diz o que fazer, vou me guiar por ele...
mas quem o escreveu tem toda essa moral?
Todo homem é um animal... tão patético quanto eu...
Não que eu seja cético, mas é questão de credibilidade...
Eu deveria mesmo confiar neles? Sou tomado pela ansiedade
Nem sei se ele é católico, muçulmano ou judeu...
isso pouco importa, não é mais problema meu...
se sua moral já é tão morta... tão pobre quanto um plebeu
Quem sabe um guia prático?
É uma possibilidade...
nossa... isso soa tão pragmático!
Quanta ingenuidade...
Mas vamos empurrando como sempre!
Como seres humanos na busca pelo nada
Incompletos... sempre pernoitando,
e permutando na alvorada!

Tudo Tem Seu Tempo

Bom... essa é a segunda versão que eu faço... (inglês/português)
a primeira é uma versão de Spread Your Wings do QUEEN,
contida no meu perfil do orkut como "Você pode ser livre"
agora faço uma do Raulzito...
Mantendo alguma métrica e algumas rimas essenciais
mas com a estrutura da música sendo a mesma
incluindo seu conteúdo quase idêntico...

TRADUÇÃO ORIGINAL:
http://raul-seixas.letras.terra.com.br/letras/203124/

epero que gostem...(eu gostei!)


*** TUDO TEM SEU TEMPO ***

Versão de "How Could I Know - Raul Seixas"

(Daniel F.V. 22/02/2007)


Um novo jogo,
Todo dia uma glória
Recomece sua história
Com a certeza da vitória
Pra isso você nacseu

Pois Jesus Cristo
Ele não vai mais voltar
com suas leis a vigorar
fez o que era preciso,
até se sacrificar

Eu então crescia
com meu comprido cabelo
já não sentia mais medo
carregava minha gritarra,
poderia então cantar

Mas, ei, quem me enganou?
A chuva foi embora e eu não sei...
ei, não é o fim
isso é o começo pra mim

Quando moleque,
eu sonhava em ser um rei
Agora cantar eu sei
logo eu transformarei
minhas questóes
em pó

Com sua caneta
Guitarra e amplificador
podes ser um caçador
dos larápios sem valor
que ser pobre é o homem

Mas ei, quem me enganou?
No escuro posso enxergar
ei, não me olhe assim!
não sou culpado, enfim...
...

Já faz um tempo,
que não temos mais heróis
entremos pra história
se você quiser assim...

Núcleo Central

(Bom... pra quebrar o clima de tristeza do outro texto postado, excepcionalmente vou postar 2 em um dia...)


NÚCLEO CENTRAL

By SRCT (Gregory Vítor e Daniel FV)

19/07/2003


Por que eu tenho que viver...
A vida que alguém criou?
Por que você não quer entender...
E nada nuca questionou?

Você se julga pela sua aparência...
E não analisa se você tem consciência!
Mas bem, não olhe seu quociente de inteligência,
Nós sabemos, você está à beira da demência!

Você é um padronizado!
Isso é um grande castigo!
Você se acha azarado,
Mas só pensa em seu umbigo!

Você acredita na religião e ciência...
E pra tudo o que ouve tem paciência
Você atende a toda exigência...
Mas jamais pensa na conseqüência!
Realmente, você está à beira da falência!

Você nunca se perguntou...
Por que vivo a vida de alguém?
Com certeza irá se dar mal...
Pois você não é igual a ninguém!

Você sempre diz: Sim vossa excelência...
Vou pagar toda essa penitência...
Pois me livrei da dependência...
De viver na indescência,
Agora, só pra missa eu dou audiência...

Se você depende de religião,
Com certeza não tem muita opção...
Ou o direito de dizer não,
Só te dou um conselho... meu amigo:
Ouça a voz do seu coração!

Você tem a sociedade como referência,
E segue toda nova tendência,
Sinceramente a sua independência...
Se resume a simples ausência...
Do centro de sua existência.

Na sua cabeça, você tem uma idade...
Na sua alma, vive a ingenuidade...
Em seu coração, mora a infelicidade,
O que te falta é sobriedade!
Viva a nossa bela sociedade!
É ela quem te dá o direito de igualdade...
E quem te proporciona toda essa liberdade!
Pelo menos é o que diz a autoridade...

Lhe escrevo com irreverência...
De quem teve a sua permanência...
Num mundo de ocorrência...
De todo tipo de violência,
Onde a principal essência...
É não oferecer resistência,
E jamais ter clemência...
Dos que tem alguma carência,
E pra manter a seqüência...
Deixo aqui a retiscência...

(eu avisei que os textos eram insanos! kkkkkkkkkkkk)
Velhos tempos de rebeldia que não acabaram! kkkkk

aposto q o Grégory não sabia q eu tinha isso guardado!!!
kkkkkkkkkkkkkkkkk comédia!

Os Anjos Queriam Aprender

(Daniel FV - 17/02/07)

Quando um mestre passa pela vida...
Com pulso firme, casca de ferida!
Mas com competência e honestidade,
Habilidade e um grande coração!

Marca uma vida, se faz uma era...
Forja o caráter, ajuda a quem erra!
Um grande exemplo de profissional!
Com garra, fúria, e dedicação!

Condições vergonhosas de trabalho...
Hostilidade, bagunça e o salário...
Até quando o Brasil vai ser assim?
Engravatados sem consideração!

Mas sua dignidade nos inspirou,
A sua civilidade nos ensinou!
Hoje seus alunos sentem por você...
Mas você passou pra frente a sua lição!

O sentimento hoje paira no ar...
Vais fazer falta ao verbo “ensinar”!
Pois foste para o plano superior...
Mas cumpriu bravamente a sua missão!

Só tenho a lhe agradecer por tudo!
Peço por favor prestes muita atenção!
Seja fraca ou bacana essa é minha homenagem...
Infantil ou "mal rimada", eis a minha oração!

(Singela homenagem a minha eterna professora de Português - Marisa, partiu no dia 16/02/07)